O filme "Amor por contrato", apesar do cenário romântico que apresenta, chega a ser uma sátira aos diferentes modos de empresas terem contato com os seus clientes, tirando a família perfeita de comerciais de empresas das emissoras de televisão (a família perfeita que tem uma barra de cereal ou qualquer outro produto como o principal pilar de felicidade), para a vida real. Apesar de parecer mais uma coisa surreal, se observarmos o nosso dia-a-dia, veremos que é comum. Óculos, camisetas, tênis, celulares, bonés e muitos outros produtos em que a estampa é a marca da empresa que fabricou o mesmo. Não sou nenhum admirador do capitalismo selvagem, mas, estas empresas fizeram uma grande jogada publicitária transformando o cliente em um outdoor ambulante. E deu tão certo que não vemos uma publicidade direta de empresas como Lacoste, Oakley e Nike em propagandas na televisão. Neste caso, o cliente fica com uma imagem parecida com a de vendedores ambulantes que penduram placas no pe...
(Para ressaltar: estou aqui descrevendo uma situação em que eu passei, não estou dizendo que todos os professores são assim, ou que todas as escolas são de tal jeito) Quando entrei no ensino médio, me deparei com uma situação extremamente oposta ao ensino fundamental, com professores não tão estimulados a dar suas aulas, demonstrando que só estavam ali por "obrigação", o que é extremamente o oposto no ensino fundamental, em que cada professor realmente gosta da matéria que está ensinando e se interessa por ela. Fui falar com a minha mãe, pois ela foi professora, deveria saber o que estava acontecendo. Acontece que, no ensino médio, os professores não dão aula por matérias, mas sim por áreas (e o mesmo acontece na sua graduação). Ou seja, se um professor quer dar aula de história no ensino médio, automaticamente ele pode dar aulas de sociologia, filosofia e geografia (que estão na área de ciências humanas), gostando, ou não, ele é "obrigado" a dar essa tal aula...